Há quinze anos, especialistas anunciavam o fim do livro impresso. O Kindle havia chegado, as livrarias tradicionais fechavam às dezenas, e o futuro parecia inquestionavelmente digital.
Hoje, o cenário é outro. As vendas de livros físicos crescem de forma constante desde 2017, e novas livrarias independentes abrem em bairros que pareciam ter renunciado a elas.
Há algo no objeto livro — seu peso, seu cheiro, sua resistência ao infinito scroll — que continua satisfazendo um desejo que a tela ainda não consegue substituir.
— Fim do trecho —
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